quinta-feira, 19 de dezembro de 2013











            “O SORRISO DO PEIXINHO”
"O Sorriso do Peixinho" - de C. Jay Shih, Alan I. Tuan e Poliang Lin, com música de Chien-ci é um curta de Taiwan baseado em uma história infantil sobre um peixinho sorridente e um senhor solitário, de Jimmy Liao.”

Ganhador do Urso de Ouro do Festival de Berlim 2007, mas dele (o curta) só tive conhecimento literário agora.  

      Um homem que vive de forma solitária e tristonha, tem que passar todos os dias em frente de uma loja que vende peixinhos ornamentais  num grande aquário  o qual expõe os belos e coloridos peixinhos. Este solitário, querendo uma companhia, ainda que minúscula, acaba sendo ele atraído pelo seu futuro amiguinho. Capturado emocionalmente pelo pequeno peixe, vem a compra-lo. Dá-se um fato surpreendente a ele, essa companhia o liberta do tédio e da amargura, levando-o às suas lembranças de mais longínquas reminiscências da infância. E se faz feliz!
Certa noite é acordado por uma estranha luminosidade em seu quarto e os móveis estão a voar  pelo recinto.
Em luminoso destaque estava seu aquário com o Netuninho tudo  fosforescente em cores vibrantes verdes. Esta visão de efeitos misteriosos e surpreendentes, o leva para fora a andar pelas ruas, guiados por aquela forte e nova sensação pela qual é irresistivelmente atraído. As ruas da cidade são noturnas, escuras e sonolentas. A cidade dorme.
Vai terminar sua caminhada em um parque, que a tudo indica, ser o mesmo onde em sua infância praticava as traquinagens de uma infância livre e feliz. 
Todo sonho, de todos nós, e do homem (sonho?) não era diferente, as cenas correm rapidamente e de uma cena pula para outra e de repente pronto! Já se encontra frente ao mar.
O Netuninho, estando à sua espera o vai levar ao Reino Abissal.  O amigo do peixinho se vê nadando em meio a cardumes coloridos dos mais variados matizes. Ele aproveita e passa a nadar numa leveza jamais sentida. Nada, nada... e ... de repente o oceano se esvai.  Desaparece daquilo que era um sonho.
Vai de forma inacreditável para ele, encontrar-se dentro do aquário do seu Netuninho.
Lá ara fora de sua casa, todos os peixes do mar estão a observá-lo em exposição dentro do aquário. O homem observa impassível.
Seria (dúvida...)  um pesadelo? Um doce sonho do tipo infantil, trazido pelas reminiscências da infância, onde tivera seu peixinho e estimação? Ou tudo seria possível e acontecera em algum plano paralelo, que forma o passado e este introduziu parte de sua circunferência no presente?
Senta-se em frente ao seu amiguinho aquático conversa com ele e como em uma viagem longa e pairando nas maiores alturas, voa á sua terra natal, à infância, divagando longamente combina com Netuninho em devolvê-lo ao mar.
Acontece então uma maravilhosa mágica e encantadora relação de amor entre os dois. Digna de ser vista e não contada aqui...

O dia amanhece com um novo sol mais brilhante, e a alma e o coração do homem até então amargo e solitário, sem perspectivas, se liberta para sair às ruas e aos parques. Olhar os repuxos cheios de carpas, o vento nos bambuzais que se envergam temerariamente como se fossem quebrar, e voltam ao que eram...  
Pode o então homem solitário, comemorar perto e ao longe a beleza da vida e descortinados  horizontes.
RESENHA : “A Fish with a smile” - ( Um peixe com um sorriso )
*“A Fish with a smile” - ( Um peixe com um sorriso )
Poema
Ama, obceca, apaixona
Sê feliz, faz feliz
Mas apercebe-te.
Apercebe-te de que podes ser diferente.
Diferenças essas que te podem guiar à felicidade.
Faz recordar, faz viver.
Que te podem prender.
Caminha Caminhando
Ama Amando
Prende, liberta
Coabita!
Porque há lugar para todos nós
Terra ou Mar
E quem tem o poder da razão,
Pode não compreender,
Mas pode fazer; tentar fazer felizes aqueles que não têm.
Ama, obceca, apaixona
Sê feliz, faz feliz.
*Tradução de poema complemento de “A Fish with smile”


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

As primeiras reuniões da Academia Guaçuana de Letras

Após a Fundação oficial da Academia Guaçuana de Letras iniciaram-se os trabalhos para eleição de novos membros, desta forma os membros efetivos fundadores sugeriram nomes para a apreciação, apresentando seus currículos e destacando suas qualidades, tais nomes foram submetidos a votação secreta, sendo que para serem aceitos como membros efetivos da academia deveriam ter ao menos dois terços dos votos dos presentes; eleitos os novos membros e após notificados de sua aprovação estes deveriam se manifestar sobre a intenção ou não de ingressar nos quadros da Academia. Os membros eleitos que aceitaram a indicação foram: Claudete Borges de Campos, Diamantino Gaspar, Hélio Lealdini, João Carlos da Silva, Luís Gustavo Domingues Guerra, Maria Lídia Moreira da Fonseca, Romildo Aparecido de Oliveira Reis. 

Uma vez terminados os trabalhos para a eleição dos novos membros e tomadas as suas respectivas posses nos quadros da Academia, formou-se então a Diretoria definitiva da entidade, eleitos em chapa única para o Biênio 2000/2001 como segue na página 26 deste. Com a diretoria formada iniciaram-se os preparativos para a instalação definitiva da Academia, surgiu então a ideia de confeccionar um fardão, uniforme dos acadêmicos e também um emblema, após várias sugestões foram aprovados o modelo do Fardão e o Emblema da Academia desenhados por Marcos Roberto R. da Paz, Presidente da entidade, reunindo ideias de todos os membros da A.G.L. Após pesquisa e consulta entre os membros acadêmicos foi eleito como Patrono da Academia Guaçuana de Letras o Escritor e Historiador Ricardo Artigiani.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

SANTA ROSA


SANTA ROSA

Eu admiro todas as flores
porém, gosto mais das rosas.
Pouco importa suas cores;
todas elas são formosas.

Gosto de todas mulheres,
por elas tenho afeição,
mas as que tem nome Rosa
conquistam meu coração.

Onde quer que eu esteja,
em casa ou numa igreja
você pode estar certo
que tem uma Rosa perto.

Já conheci muitas Rosas:
Rosanas e Roselis,
mas da Rosa de Santa Rosa
Eu nunca me esqueci.

Aquela Rosa formosa
já vive em outro jardim.
Por isso busco outra Rosa
pra ficar junto de mim.

Sei que a rosa tem espinho;
É assim porque Deus quer,
mas por gostar de carinho
procuro uma Rosa-mulher!

Afonso J. Santos (membro da Academia Guaçuana de Letras)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A fundação da Academia Guaçuana de Letras


No dia 07 de Agosto de 1999, um grupo de escritores reuniu-se na Biblioteca Municipal João XXIII para a primeira reunião de articulação em prol da fundação da Academia Guaçuana de Letras, estavam presentes nesta reunião: Marcos Roberto R. da Paz, Angela M. A. da Costa, Thiago R. F. de Menezes, Maria Ignez Pereira, Mauro Martins dos Santos, Maria Ap. F. Ramos e Cícero Alvemaz, os quais definiram sobre a importância da criação de uma academia para o município. A segunda reunião foi em 04 de Setembro de 1999, foi eleita uma diretoria provisória tendo como Presidente: Marcos Roberto R. da Paz, Secretário: Ângela M. A. da Costa e Tesoureiro: José M. Moreno Junior, data esta em que iniciou-se a criação dos Estatutos da Academia, estavam presentes nesta reunião: Ângela M. A da Costa, Marcos Roberto R. da Paz, José M. Moreno Junior, Maria Ignez Pereira, Odette Coppos, Cícero Alvemaz, Thiago R. F. Menezes, Maria A. P. Mangeon de Oliveira, Augusto C. B. Legaspe, José Maria Duprat e Mauro M. dos Santos. Em 25 de Setembro de 1999, acontecia a 3ª reunião onde se definiu os estatutos da academia registrando tal data como a data oficial de fundação da Academia Guaçuana de Letras – A.G.L. Estiveram nesta memorável reunião: Marcos Roberto R. da Paz, Cícero Alvemaz, Maria Ignez Pereira, José Maria Duprat, Maria A. F. Ramos, João Vitor Rossi, José M. Moreno Junior, Augusto C. B. Legaspe e Mauro M. dos Santos.

Relação nominal dos fundadores da Academia Guaçuana de Letras: Marcos Roberto Rodrigues da Paz, Angela Maria Augusto da Costa, Thiago Roberto Francisco de Menezes, Maria Ignez Pereira, Mauro Martins dos Santos, Maria Aparecida Fernandes Ramos, Cícero Alvemaz, José Martins Moreno Junior, Odette Coppos, Maria Aparecida Pimentel Mangeon Oliveira, José Maria Duprat, Augusto César Bueno Legaspe e João Vitor Rossi.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013


BALAÃO E A JUMENTA QUE FALOU
Base teológica: Números, 22:28 - 
///@//ro ///@rtins S@//tos 


TESE: QUANDO UMA MULA LHE FALAR...

Interessantes e por demais esclarecedoras estas passagens bíblicas abaixo, quanto aos relacionamentos entre os homens e os animais e o intermédio do Espírito Santo, corporificado em um Anjo, no caso da JUMENTA de Balaão que a açoitou por três vezes duramente. (Números: 23-31) - Livro atribuído a Moisés.
Balaão foi admoestado pelo Anjo do Santo Espírito quanto à sua atitude contra o animal, a ponto de o Eterno Criador colocar palavras na boca da jumenta.
Balaão, por certo lá em seu tempo, nem sonhava ainda com a humildade de Jesus ao entrar em triunfo e glória em Jerusalém, montado em um JUMENTINHO, com todo o respeito e amor pelo pequeno animal, que seria glorificado COMO NADA NESTE MUNDO, - caso ele tivesse consciência - pois carregou o Mestre dos Mestres em seu dorso. Também nem sonhava com Eclesiastes, livro este atribuído a Salomão, que em seu capítulo 3: 16-22 nos fala da:

SEMELHANÇA APARENTE NA MORTE ENTRE HOMENS E ANIMAIS
18. Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, eles vejam que são em si mesmos como os animais. 19. Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais (...) como morre um morre o outro, todos teêm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem os homens sobre os animais (...) 20. Todos vão para o mesmo lugar, todos procedem do pó e ao pó tornarão. 21. Quem sabe se o folego de vida do filho dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra? (...)
Esclarecedoras, por exemplo, para alguém quando cita sem conhecimento de causa (nenhuma), que Jesus foi conduzido por um burro, ao entrar em salvas de glórias em Jerusalém, que diferença isto faz? Confiram, está escrito nas Sagradas Leis:

Na Tradução Pe Almeida:

Em Mt 5,18 : “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um iota (a letra i) ou um til (~) jamais passará da lei, até que tudo se cumpra”. Jesus alerta que sobre a lei nada pode ser mudado. Ele continua em Mt 5, 19 dizendo que os mandamentos da lei não devem ser violados.
Em Lc 16,17 Jesus, também, afirma que nenhum til (~) da lei deverá cair, ou seja, o valor da lei de Deus não deve ser desconsiderado, e sim ser reconhecido através do seu seguimento.

Na Tradução da Bíblia de Jerusalém:

Em Mt 5, 18 encontramos: “Porque em verdade vos digo que, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i (iota=letra), uma só virgula da Lei, sem que tudo seja realizado”

E na tradução da CNBB:

Em Mt 5,18 está: “Em verdade vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo aconteça”. Não aparecem nestas traduções a palavra acrescentar.
Em relação a acrescentar qualquer coisa que não está no texto bíblico, encontramos no livro de Apocalipse:

Na tradução Pe Almeida

Em Ap 22, 18-19: “ Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa das cousas que se acham escritas neste livro”.
E no livro do Deuteronômio. Na tradução Pe Almeida:
Em Dt 4, 2: “Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que eu vos mando”.

A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM. :

“Mc 11.12 – 11. Quando se aproximavam de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois de seus discípulos e disse-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e, logo ao entrar achareis preso um JUMENTINHO, o qual ainda ninguém montou: desprendei-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar: Por que fazeis isso? Respondei: O Senhor precisa dele e logo o mandará de volta para aqui.” Vers. 4 – Então foram e acharam o JUMENTINHO preso, junto ao portão, do lado de fora, na rua, e o desprenderam. 5. (...) Que fazeis soltando o JUMENTINHO? (...) 7. Levaram o JUMENTINHO, sobre o qual puseram suas vestes e Jesus o montou. 9. (...) clamavam Hosana... 10. (...) Hosana, nas maiores alturas!

Só uma MULA como a de Balaão poderia falar! Mas se fosse cega como Bartimeu, não veria o Anjo para recusar-se a prosseguir, por isto, causando a ira de Balaão: - Retratemos um trecho de Marcos 10: 46 : 51. :

E foram para Jericó. Quando Ele saia de Jericó, com os discípulos e uma multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado a beira do caminho. 47. Ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim. 48. Muitos O REPREENDIAM PARA QUE SE CALASSE, MAS ELE CADA VEZ GRITAVA MAIS (...) 49.Parou Jesus e disse: Chamai-o. (...) disseram (...) levanta-te Ele te chama (...) de um salto foi ter com Jesus. 51. PERGUNTOU-LHE JESUS: QUE QUERES QUE EU TE FAÇA? RESPONDEU O CEGO: MESTRE QUE  EU TORNE A VER . (...) E IMEDIATAMENTE TORNOU A VER (...)

QUE AS PESSOAS, ARROGANTES, HIPÓCRITAS, ESCARNECEDORAS, INVEJOSAS, AS QUE USAM DE FALSA HUMILDADE (UMA DAS PIORES POR SEREM DISSUADIDAS) RANCOROSAS, VINGATIVAS... POSSAM REFLETIR COMO BARTIMEU. (...) QUE EU TORNE A VER...
pois o mundo anda cego de cobiça, ódio, inveja, corrupção, o dinheiro é o "novo bezerro de ouro" do mundo.

Deus fez estes semelhantes milagres. E no caso da jumenta de Balaão a fez falar para que ele abrisse seus olhos, que não estavam vendo o Anjo do Espírito Santo diante de si, e se preocupava em açoitar o pobre animal, este sim estava vendo, por isso refugava em continuar. (Nm - 22: 28-31)
Nesse episódio Deus revelou o seu poder sobre toda a sua criação, sejam homens ou animais.

O objetivo desta tese:
É a demonstração da urgência em sermos humildes e que possamos repetir a frase de Bartimeu: MESTRE QUE EUTORNE A VER. (...)

Por que eu torne a ver ? À medida em que a soberba vai acumulando os falsos elogios à pessoa, vão se tornando como verdadeiros, sua “arte” não têm similares, a pessoa vai se achando o máximo, potencializa tudo e suga para si como se fosse um buraco negro galáctico, vai presumindo ser melhor que os outros: uma anomalia que acomete os megalômanos, e os tomados por mitomania fantástica - fase dos mitômanos, que já ingressaram na tendência patológica de elaborar mentiras e fabulações - POR VAIDADE, POR VONTADE LÚDICA DE DIMINUIR O OUTRO EM UMA CONDUTA PERVERSA e os bipolares, psicopatas, e sociopatas que convivem em nosso meio.

A MAORIA DE NÓS CONVIVE, DIARIAMENTE COM OS MITOMANÍACOS FABULARES OU PSEUDOMANÍACOS FANTÁSTICOS QUE TAMBÉM PODEM SER SOCIOPATAS.

Em todos os campos do convívio social, como nunca sabemos qual tipo de psicopata podemos ter ao nosso lado, peçamos a proteção de Deus e de seus Anjos, na presença de Jesus Cristo para nos proteger

Esta tese - de fato - está sendo escrita por causa da terceira vez que detecto o mesmo mitômano-sociopata em me confrontar.

Por essa razão a continuação do texto:

- PODEMOS, AO CONTRÁRIO DA JUMENTA DE BALAÃO que foi INSTRUMENTO DO ESPÍRITO SANTO, vir a deparar “COM UMA JUMENTA, ARROGANTE, HIPÓCRITA, QUE POR SOFISMAS CHAMA OUTRA PESSOA DE BURRO.”
Tal infeliz (que é persona real, apenas travestida pela metáfora) não vive no recato de um lar, em meio à paz das ideias e orações, - embora por uma síndrome de pseudologia fantástica, diga o contrário. Sua vida é só perfídia, sua voz é esganiçada e vive andejando à cata de elogios e favores, deambulando por aí, erraticamente. Mas se acha a maior “artista” do mundo. Na verdade uma vida não vivida! 


Quanto a mudar as palavras Sagradas lembro que: Jesus não entrou em Jerusalém montado em um BURRO.
Piedade! Jesus Cristo não pediu aos discípulos um BURRO, mas um JUMENTINHO! (NO DIMINUTIVO.*)

* Em Mt 5,18 : “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um iota (a letra i) ou um til (~) jamais passará da lei, até que tudo se cumpra”. Jesus alerta que sobre a lei nada pode ser mudado. Ele continua em Mt 5, 19 dizendo que os mandamentos da lei não devem ser violados ( E demais passagens sagradas, citadas acima)

Sei que esta alusão, é um veneno especial, segregado, ditado pela soberba, arrogância mitomaníaca, planejado, (planeado, como dizem os irmãos portugueses), para injetar em sua vítima num bote certeiro de serpente criada.

Chamar alguém de burro de modo sofismático, conclamando as Escrituras Sagradas, alegando literatura... é pensar que o outro seja idiota, ou todos que ouviram sejam imbecis, e só a JUMENTA seja a inteligente. Pensa que os demais não tenham captado a mensagem...? Mas é claro que sim, pois há comentários!
E esta JUMENTA sem Balaão, sem o Anjo e sem o Espírito Santo, é reincidente (coerente com sua mitomania): já foi cínica, hipócrita outras vezes em outros lugares, sem saber que estava sendo observada, por quem de direito:
“pelo espírito santo, que é onipresente e nos traz a onisciência?”
Não! Por alguém ali presente, que não suporta traições, e coloca além das funções, a amizade ao lado do amor, e me devota imensa consideração e verdadeira fidelidade.
Apenas tive a ciência daquilo que a serpente expeliu pela boca: como: - "Isto que está escrito aqui, é ridículo."

Para achar ridículo todo um trabalho, embasado em estimável conhecimento de meu idioma, há que ter no mínimo pós-graduação em letras lusófonas. Mesmo porque tal trabalho havia sido revisado por uma doutora em letras (revisora de teses de doutorado e pós-doc). Não brinco com coisa séria. Não enfrento o Anjo que fez a jumenta de Balaão falar!
Ridícula é ser "A JUMENTA, ARROGANTE E HIPÓCRITA, QUANDO EXPELE VENENO.



O Mestre usava o termo “raça de víbora”.
É com este tipo de pessoas que convivemos...
Mas é muito fácil desmascará-la...! 
É só dar tempo à oportunidade!!
Aliás, que já existe de sobra. Não é vingança é justiça.Tardia, diga-se de passagem.



“Então o SENHOR abriu a boca da      jumenta, Números 22:28






“Então o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face. (...) Números 22:31
EIS AQUI A HUMILDADE.

DISSE JESUS: “ Se eu vos falar na língua dos Anjos, vós não me entendereis, então vos falarei por parábolas."


Posse do Acadêmico Luis Henrique Rocha Campos

Dia 30 de novembro de 2013, no Auditório da Faculdade Maria Imaculada de Mogi Guaçu, aconteceu a posse do mais novo membro da Academia Guaçuana de Letras. Luis Henrique Rocha Campos recebeu as honras e o seu diploma de Acadêmico das mãos do atual presidente da AGL Cícero Alvernaz. 
O Acadêmico agora é o ocupante da Cadeira de n° 15, originalmente ocupada pelo saudoso José Maria Duprat cujo patrono é Mário Quintana. 

Eis as fotografias da solenidade: 

Discursando

Acadêmico Mauro Martins contribuindo com suas palavras 

Acadêmicos Luis Henrique e Diamantino
 


Os Acadêmicos assistem à solenidade 

Fátima Fílon e as suas mágicas palavras

Recebendo o diploma da mão do presidente

O diploma