terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

BOM FERIADÃO DE CARNAVAL


(C) Imagem - Maria Margarida Madruga - PEAPAZ.

Bom carnaval

Mauro Martins Santos

QUERIDO AMIGOS APRECIADORES DAS FOLIAS CARNAVALESCAS...

1. Se beber passe o volante a outra pessoa sóbria.
2.Todos podem e devem se divertir, mas com responsabilidade ainda maior nestas datas.
3. As estradas estão cada vez mais perigosas e com muitos motoristas dirigindo alcoolizados ou drogados.
4. Respeite ainda mais os limites impostos pela lei quanto à velocidade, ultrapassagens, distâncias de outro veículo adiante, sinalização em geral.
5. Em certos casos devagar também é pressa, ou quem tem pressa sai mais cedo, mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto.
6. Pensem em suas famílias, sobretudo nas crianças e os ditames da lei de trânsito quanto ao conduzi-las adequadamente.
7. Deem um tempo para as 'selfies', os arrastões de roubo a celulares e valores estão de forma acentuada quando as pessoas ficam mais vulneráveis e desatentas. 


8. Verifiquem todos os documentos principais, e deixem em casa  joias, objetos de ouro ou valor e não ostentem dinheiro em público. Zelem sem descuido de seus copos de bebida. Nestas datas aumentam as dopagens aleatórias ou de mulheres, chamadas de "Boa noite Cinderela".
9. Todo cuidado e 'caldo de galinha' não fazem mal a ninguém.
10. Este decálogo é apenas um modo deste amigo poder ser útil, nenhum 'terror'; uma confraternização à responsabilidade de cada um. Vão e Voltem bem de seus destinos.

FELIZ E DIVERTIDO FERIADÃO DE CARNAVAL

domingo, 11 de fevereiro de 2018

COISAS DO CARMO (Carmo de Minas)



QUEM NÃO ASSISTIR TÁ PERDENDO DE VER A VERDADEIRA MINEIRICE. ALÍ MESS, UM TIRINHO DE ESPINGARDA...

Moji Guaçu, há gerações foi se "amineirando", por ser boa anfitriã e por ser excelente vizinha.
Muitas cidades representam bem nossa querida Minas Gerais, umas pelas belezas naturais, outras pela comida (gastronomia fica meio "desamineirado") outras - quase sempre pelas duas coisas, e outras por três coisas. quatro coisas, cinco coisas... Mas é messs Uai!  Comida mineira nem se fala de boa, gostosa e bastante, um 'mundaréu' que dá gosto...Queijo,vinho, pãozinho de queijo, as águas, ar de incontáveis montanhas...e cachoeiras... Eita! Lambari, Caxambu, Cambuquira, São Lourenço... águas com gás saída diretamente da terra!!! E para tudo que é doença... EU QUEROO!

Pois bem, mas o vídeo é para mostrar que algumas pararam no tempo. No tempo bão! Do sossego. Na natural mineirice sem maquiagem, tão mineira que até dói... De saudades: CARMO DE MINAS-MG. O que ver? A verdadeira e legítima simplicidade: a mineirice das MINAS 'ABENÇOADAS' 'GERAIS.
Nota: Não sou mineiro, sou paulista nascido em Tatuí, mas devo ter nascido em outra era nas Minas Gerais...







































SOBRE UM GENTIL COMENTÁRIO...




Recebi do Amigo-confrade Stelo Queiroga do Recanto das letras - ao meu texto Língua Portuguesa, Tire suas Dúvidas - o gentilíssimo comentário abaixo poetizado. Pequenas coisas nos fazem valer a pena continuar estudando e escrevendo sempre; Obrigado Stelo, o teu coração que é brando e amigo...!

Sei que vou ter um bom dia... 

Quando aprendo ao despertar ... 
Daqui mando meu bom-dia... 
O teu mister é ensinar...

< S.Q.>

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O Segredo da Lancheira de Marcos Cunha


A magia de um tempo que se foi

O Segredo da Lancheira é o primeiro livro de Marcos Cunha, escritor e membro da Academia Guaçuana de Letras. Tal obra, voltada ao público infantil, tem os desenhos da talentosa Juliana Bueno e será lançada nos próximos dias em Mogi Guaçu/SP. A AGL teve acesso ao livro antes do seu lançamento e preparou a presente resenha. 

O livro infantil narra a aventura de Didi, um típico menino do interior do Estado de São Paulo dos anos 70 em um dia de aula. Tudo começa com o personagem saindo de sua casa para ir à escola, portando sua preciosa lancheira vermelha de tampa branca que, além de guardar o lanche preparado com muito carinho por sua mãe, guarda um segredo. Tudo corre bem sob o olhar atento da professora, mas quando os alunos saem para o recreio, Jessé, o companheiro "bagunceiro" de Didi apronta uma das suas. Ele vai até a classe vazia e mexe na lancheira de Didi, descobrindo o segredo até então guardado a sete chaves. 

Marcos Cunha consegue estabelecer uma conexão com as crianças de hoje, mesmo ambientando sua história em tempo remoto, pois os problemas abordados ainda são os mesmos. O emocional das crianças, a vergonha, a humilhação, temas tão presentes (infelizmente) no ambiente escolar. Deixar a casa dos pais para ganhar o mundo da escola nem sempre é uma tarefa fácil e a obra aborda justamente esta passagem. É preciso crescer...Entretanto, é pertinente reconhecer o seu espaço, o seu tempo e sua própria história. Aos mais saudosos fica a boa representação de uma cidade que mudou muito, assim como seus habitantes. 

Um livro bonito, colorido, bem ilustrado e editado pela editora Compacta, cuja mensagem atual o torna leitura indispensável para pais e crianças em período escolar. Marcos Cunha é um autor acostumado com nossas crianças e deixa claro nesta obra sua afinidade com elas. Já o imaginamos contando a história de Didi com a magia que só um contador de histórias é capaz de "conjurar".   

Fica a resenha e a dica.   

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

FOSTES




Fostes...

Sim, fostes...

O sonhar impossível dentro das cores da noite,
Desejo alcantilado, a buscar o olor de teu corpo,
O fluir do tempo, lua no céu, a sina meu açoite...

O véu da escuridão o perfume de dama-da-noite,
As estrelas em cortejo a toldar os meus desejos;
A dor, a cruel saudade em meu corpo, o pernoite.

O castelo dos ventos fustigantes, o doloroso pranto;
Na penumbra orvalhada meu único e profundo amor,
O medieval delírio e a torre de meu secreto encanto!

CHUVA ATEMPORAL


CHUVA ATEMPORAL

Gotejam lá fora gotas numa lata
Os trovões ribombam distantes...
No condutor o rumor de uma cascata
Menino, eu dormia feliz num instante.

Imaginando meu telhado protetor
Meu colchão simples, mas confortante,
Hoje - menino já velho - cheio de dor...

Os segundos a tiquetaquear,
Penso lá fora, no chão sem cobertor,
Doentes, velhos e crianças a chorar...

Já são altas horas, retiro a lata da goteira
Para não ouvir o som que era de saudade,
Parecendo dar à miséria uma eira ou beira;
Somos todos cegos esta é a pura verdade...

Ribombar de trovões distantes ora tristes são,
O telhado já não me protege das gotas frias
Que caem lá fora em meu exposto coração...
Tempus fugit, e todos ficamos nesta apatia.

Não podemos sair a esmo pela noite afora,
A noite é o logro de um poema feito a sós
Não, a selva se alimenta de sangue agora,
Há angustia no Tempo que cala nossa voz...

E breves quanto eternos serão os segundos
Soma dos infindáveis minutos e horas feridas.
Para dormir só o acalanto de outros mundos

Nos agregará o fluir da paz para nossas vidas! 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

As Cortinas do Tempo: BUSCAR O SABER

As Cortinas do Tempo: BUSCAR O SABER: BUSCAR O SABER... O tempo corre tão depressa com os corpos que precisamos parar e  esperar nossa alma chegar. [De um conto indíge...