terça-feira, 27 de março de 2018

Marcos Cunha

Marcos Antonio Gonçalves da Cunha quando criança mais conhecido como Didi ou depois de adulto como Marcos Cunha.

Nascido em Mogi Guaçu filho de Antonio G. Cunha (Tonho Carpinteiro) e Josefa S. S. Cunha (Dona Fina) irmãos Carlinho Cunha, Antonio Carlos (Neno) e Rosangela (Tia Rô).

Criado livre com brincadeiras de rua, próximo a um centro esportivo (CERESC) tinha esportes, piscina e amigos, muitas aventuras na linha do trem da MOGIANA que passava próximo de  minha casa, pé de bocaiúva adorava  os coquinhos...,  pescaria de peneira no córrego três latão hoje Pedalinho (bairro São Camilo), muito medo de passar por baixo do pontilhão do trem que ficava na frente do cemitério do Jardim novo e acabava a aventura no Tancão da  CONSTRUMEC e na volta ia até o pé de  Tamarindo que  ficava  próximo ao Matadouro Municipal em direção a Aguai. Que saudade. 

Depois trabalhei na Fazenda Sete Lagoas na turma do Sr Otavio (Aqui é aonde o  filho chora e a mãe não vê) foi a primeira frase  que eu ouvi “Nossa que horror pensei..”, Trabalhei na padaria Bandeirantes, fabrica de tênis a SAAD , trabalhei 4 anos  com meu pai de carpinteiro (homem forte com valores honestos), em 1994 entrei na Prefeitura Municipal  como porteiro aonde trabalhei 24 anos (19 deles na  escola CAIC). 2002 voltei a estudar só tinha 7º ano, fiz eliminações de matérias, 2004 entrei na escola Pedro Ferreira Alves me formei como TEC em Meio Ambiente (pensei que salvaria o mundo), 2006 fiz TEC em Ciências Ambientais CEGEP, 2007 entrei na Faculdade Municipal Franco Montoro pra  estudar Engenharia Ambiental (que decepção por falta  de $$$$ tranquei minha faculdade  assim que  descobri que não salvaria o mundo), 2009 fiz ENEM como bolsista em Licenciatura Plena em Pedagogia  aonde conheci LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)  me formei  em Pedagogia  e  em LIBRAS,  2013 fui novamente “convidado” a sair da outra escola aonde estava trabalhando, desta vez  fui trabalhar na Secretaria Municipal de Cultura ande tive o convite para fazer um projeto pessoal na Biblioteca Municipal de uma Oficina de Contação de Historias.

O projeto me fez ter uma projeção por vários meios de comunicação (Jornais, TV, Mídias Sociais), eventos de Secretarias Municipais, Escolas (Emef, Emeis, Ceis e EJA), Instituições e varias ONGs, da Cidade e região.

Em fevereiro de 2018 me efetivei na Fundação Educacional Guaçuana FEG como Professor, escrevi e publiquei um livro Infantil “O Segredo da Lancheira” seu lançamento foi dia 10/03/2018 (reconhecimento da Câmara Municipal com voto de Aplauso de trabalhos prestados  como Guaçuano, contador de historias  e pelo o lançamento do Livro), sou pos graduando em Educação infantil e Educação Inclusiva (ênfase em Matemática), estou cursando pelo Pronatec INSTITUTO TECNOLÓGICO BRASILEIRO - ITB, turma Língua Brasileira de Sinais (interprete). 

Casado com Miriam de Oliveira Cunha há 22 anos e tenho uma filha Isabella G. Cunha. Sonho tenho muitos... Certeza não ter mais  o tempo que passou... Morador na mesma casa a mais de 40 anos, quatro gatos Paçoca, Nina, Nazaré e o Agregado (gatão).

Paixões profissionais, Matemática, histórias infantis e Libras

Contação de historias, eventos (019  99271 9128) zap

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domingo, 18 de março de 2018

TE AMO
Te amo,
amo você,
amo-te muito,
não sei por que.
Te amo,
disto eu sei,
tenho certeza
que te amarei.
Te amo,
vou sempre repetir,
qual relógio na parede
que fica sempre a insistir.
Te amo,
isto não posso negar,
enquanto forças tiver
estarei sempre a te amar.
Cícero Alvernaz (autor) 26-03-2016.

sexta-feira, 16 de março de 2018

LULA PRESO, SÓ EM SONHO! 
Esta noite eu sonhei que o Lula tinha sido preso e ninguém comemorava. Eu também não comemorei, aliás, o que eu quero e imagino que o Brasil também quer é a devolução dos bilhões, estejam onde estiverem e com quem estiverem. É disto que o Brasil precisa, pois a desculpa dos políticos é que o País não tem dinheiro, mas eles têm e não é pouco. É só pensar no que ganha um vereador. Imaginem só um político de "grande porte!". Esses políticos atuais estão acabando com o País. Repito aqui, vereador não deveria ter salário, ou melhor, nem deveria existir. Mas pela força da Lei Eleitoral eles existem e ganham milhões. E o Brasil continua seguindo ladeira abaixo. Nossos políticos são tão ruins que não conseguem fazer nem a Reforma da Previdência, que tinha que já ter sido feita há mais 30 anos. E ainda culpam o presidente Temer. (16-03-2018)

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A CARTA INÉDITA DE RUBEM ALVES


A CARTA INÉDITA DE RUBEM ALVES
Aberta pós morte.

Sou grato pela minha vida.
Não terei últimas palavras a dizer.
As que tinha para dizer, disse durante a minha vida.
Recebi Muito. Fui muito amado. Tive muitos amigos. 
Plantei árvores, fiz jardins. 
Construí fontes, escrevi livros. 
Tive filhos, viajei, experimentei a beleza, 
lutei pelos meus sonhos. 
Que mais pode um homem desejar? 
Procurei fazer aquilo que meu coração pedia.
Não tenho medo da morte, embora tenha medo do morrer.
O morrer pode ser doloroso e humilhante, 
mas à morte eis uma pergunta: 
- Voltarei para o lugar onde estive sempre, 
antes de nascer, 
antes do Big Bang ou (COMEÇO DO UNIVERSO)?
Durante esses bilhões de anos, 
não sofri e não fiquei aflito para que o tempo passasse.
“Voltarei para lá até nascer de novo.”



domingo, 18 de fevereiro de 2018

NÃO REMENDE ROUPA VELHA COM PANO NOVO


O Amor é um sentimento nobre demais para se vivê-lo mendigando.



NÃO REMENDE ROUPA VELHA COM PANO NOVO

O título pode parecer díspar frente ao que vai ler, mas à medida da leitura do assunto, ele se encaixa.

O Amor entre um casal é na verdade pouco falado como se deve. Ou é colocado quase sempre sobre os trilhos da teologia, dos aconselhamentos vestidos de autoajuda, ou tecnicamente pela psicologia-social e outras áreas se o caso for específico. Na grande razão só deveria vir de forma natural, como o verdadeiro sentimento que é - da composição do ser humano e sua atração pela outra pessoa.

À medida que o casal precisa de constante... repito - constante  intervenção externa nos moldes citados, mais inclusive o policial e seus desdobramentos para o jurídico, começamos a pensar no que o título deste ensaio tem a nos dizer.

A História tem fatos reais e romances às centenas - sobre uniões baseadas nos interesses financeiros, nobiliárquicos ou políticos, onde um dos cônjuges - normalmente eram as mulheres que mais sofriam - passavam a ser somente um objeto sexual, uma serviçal e 'boa' parideira. Que, aliás, a sequência maternal em série, era para mantê-las confinadas aos filhos - para os homens de posses, terem tempo livre para seu harém espalhado pela cidade e vizinhanças, ou nos lupanares. Houve casos, não poucos, de internações de mulheres sadias como loucas, por maridos fazendeiros ricos, para livrar-se delas no famigerado hospital do “holocausto brasileiro” de Barbacena-MG [De 1903 a 1980, mais de 60 mil pessoas morreram no Hospital Colônia, e boa produção de cadáveres eram vendidos para faculdades de medicina. Tal manicômio desativado na década de 80 era localizado na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. - *Leia mais em http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/chocante-documentario-conta-historia-do-hospicio-mais-cruel-do-brasil--13240?cpid=txt.

De volta ao fluxo do relato principal: já os pobres tinham muitos filhos pelo contrário dos ricos, por não terem dinheiro para os lupanares e orgias. Não obstante, obtinham a domicílio mesmo, muitas mãos de obras, comuns desde as crianças a partir dos seis anos de idade, em qualquer serviço.

Hoje estes fatos não são mais segredo para ninguém. Até o nosso rei ou Príncipe Regente Dom Pedro I, teve seus casos de lazer sensual nos lupanares e com diversas bailarinas francesas, com pelo menos duas teve filhos, e se envolveu por mais tempo com Domitila de Castro Canto e Melo - que elevou a Marquesa de Santos - também não lhe sendo fiel, pois teve um filho com a sua “lugar- cunhada”, irmã de sua amante Domitila, a qual morava no Rio de Janeiro. E, existiram outros casos de Sua Majestade Dom Pedro de Orleans e Bragança. - Se já houvesse a ‘Jovem Guarda’ ás tardes de domingo, Sua Majestade cantaria com Erasmo Carlos: “Eu sou Terrível”.

Hoje felizmente apesar de uns pesares há uma maior liberação e algum apoio maior às mulheres. E há em curso várias reivindicações de iniciativa delas e de parlamentares.

Quando me formei em Ciências Jurídicas e Sociais, nos anos 80, não havia a Delegacia da Mulher, nem a Lei Maria da Penha, que de forma inconteste foi um avanço no reforço à defesa da mulher, além de juridicamente no Código Penal e Processo Penal, artigos que tratavam da "honra do marido traído" mesmo nos casos de homicídio, também no Código Civil e seu diploma regulamentador o CPC. O capítulo, parágrafos e artigos que tratam da família (Direito de Família); *as separações: pós-divórcio (antes não contemplados pelo desquite) e direitos da mulher cônjuge ou companheira que convivam maritalmente sobe o mesmo teto, teve modificações, que recaem a bem da mulher, e outras edificações jurídicas.

Neste contexto, ao Amor não cabe imposição, interesses familiares ou grupais. Não cabe mais construir metáforas romanescas, o sofrer por sofrer de amor... como nos contos de fadas em que do interior da Fera sempre houvera esperança de ressurgir um príncipe para a Bela retratar sua saga em lindos acalantos. Se assim fora, maravilha! Mas quando comprovadamente a Fera for realmente 'fera' - não há alternativa se não sair desse relacionamento escravagista, repleto de pancadaria, infidelidade e desamor, onde a mulher é mais objeto do que um traste jogado no sótão. Mas nunca se esquecendo, sem falso puritanismo, de que também de própria e livre iniciativa da mulher se faz objeto sexual de forma sórdida e extremamente passiva; se vende e se escraviza à devastadora pornografia e se doa a outro ser humano por diversas razões... Vejam-se os ‘programas’ pelas  avenidas, ruas e becos ‘de amargura’, filmes, vídeos além dos programas televisivos levados para o interior de nossas salas, beirando a raia de dejetos.


*
Só relembrando, uma personagem já citada - Domitila - conta a História, por exemplo, que ela recebia constantes espancamentos por Felício seu primeiro marido, do qual mesmo ela tendo sofrido tentativa de homicídio (hoje, não sei por que, se diz feminicídio) como se as mulheres não fossem da espécie humana; fossem Extras Terrestres. Mas, Domitila sofria de Felício  inúmeras agressões físicas - Felício era oficial mineiro do Corpo dos Dragões de Vila Rica . Tentou Felício se reconciliar com Domitila, dizendo-se regenerado; mas não; a bebida, a violência de caráter e o jogo de cartas o levaram a produzir duas facadas em Domitila uma na coxa, outra no abdômen, esta ficando meses entre a vida e a morte.

O inverso em menor número também é válido, sendo o mais constante a infidelidade conjugal ou adultério por causa de falha moral, quando não por outra causa.


Tudo se resume na falta de Amor de um para com outro, a falta de interesse no bem estar comum, somados ao desdém para com as necessidades biológicas naturais e emocionais do outro...
Quando é assim, com total falta de cumprimento das obrigações conjugais e sexuais, não têm solução; não têm remédio ou terapia de autoajuda que dê jeito. Quando as outras mulheres são melhores que a sua esposa, ou vice-versa, o casamento estará falido.



Eu sei que às vezes é difícil de aceitar um papo assim direto. Mas há a questão da dignidade ou amor pessoal (antigamente se falava em honra - lavar a honra), marcavam-se até duelos... hoje se mata com tiros ou facadas, pauladas, linchamentos...

Não importa mais a classe social. Quem mora em condomínio ou apartamentos em edifícios de vários andares, onde predominam ricos e classes médias altas; não são ‘pés-rapados’...  e noticiários atuais divulgam assassinatos passionais (contra  mulheres) nesses locais.

Não perca sua cabeça porque alguém não lhe corresponde ao amor que acha que é maior que da outra pessoa. Num dos casos o homem tinha 59 anos a mulher (e muito bonita) tinha 28. Ele espera mais o que da vida agora? Outra mulher a princípio, sabendo quem ele é, o que fez ou pode fazer, não vai  aceita-lo nem com vela amarela acesa.

Não somos nós que iremos traçar os caminhos. Estragando-se a travessia, vai ficar de difícil a impossível atingir o porto do destino. Meu pai em sua filosofia rude de sulista dizia: “Não ponha anel de ouro em focinho de porco. E... quem te despreza é porque nunca te amou”!

Estamos falando de Amor que comporta uma equivalência correspondente, como fossem dois pratos de uma balança nivelados em peso e valor. Como um nível cuja bolha estará perfeitamente encaixada no demarcador do relacionamento. Evitar os desvios e desníveis, sopesando a um mais e outro menos, onde este último vai sofrer lastimar e chorar.
Além do amor próprio que carregará consigo seja com quem for, deve estar certo que em questões humanas se ganha e também se perde. É o caso de saber quando e o motivo de pôr um fim num relacionamento. Sem rusgas, sem culpas, sem estresse.

Em nenhum momento podemos dizer que é fácil - também por isso foi dito 'saber terminar.' Livrar-se daquilo que é desamor: fábrica de lágrimas, tristezas, angústias e de infelicidade. Valorize-se, dê a você, todo o amor que não recebe. A outra pessoa não é nenhum ídolo, é de carne e osso - ou ‘carne de pescoço’ - como diziam os mais antigos; e faz todas as mesmas necessidades fisiológicas que você, igualitariamente, nada de ouro com perfumes de alfazema!
Transfira o amor que não recebe por bônus  de valor para você. E saia de cabeça erguida para encontrar um outro alguém; humano , na melhor acepção da palavra, digno de todo o Amor que tem para lhe dar.

Uma pessoa pode parecer absolutamente encantadora no começo, mas talvez logo você tenha que se perguntar para onde foi todo aquele encanto ainda em plena juventude... antigamente "aquele corpinho de violão" para a mulher - hoje se diz 'aquele corpão', barriga de tanquinho, etc. “Nem tudo que reluz é ouro”, para ser direto.

O amor verdadeiro é algo que vai além de [mesmo compreender as divergências] e amar as coincidências; que, aliás, é o que há de menos importância na composição da psicobiologia das pessoas. Um amor sincero e verdadeiro é se apaixonar pelas diferenças naturais, saber que um genética e fisiologicamente são seres humanos  de conformação diferentes  de origem diferente, e graças a Deus [na maioria quase absoluta] nem parentes somos - ‘todos’  somos possuidores de imensa diversidade, tanto quanto o número de células que nos compõe.

E com grande regularidade, ao conhecermos outro alguém, nos momentos iniciais de interação, formarmos a primeira impressão, impressão essa que é influenciada pelas atitudes e gestos, ou seja, comportamentos. Pesa nos primeiros contatos e encontros o conhecimento de como essa pessoa é, e se vai muito pela  aparência física que é o natural.

Ainda acontece de vir no ‘pacote’, a ilusão de que a aparência, aspectos físicos e comunicação corporal, dizem das características da personalidade humana, a compreensão da vida e tudo o mais que a formam.

Dou como exemplo - de homem que sou -  que a aparência física, o corpo de uma mulher, os traços de seu rosto, em suma sua beleza: seus cabelos [se forem da cor que aprecio, melhor sendo naturais], altura, postura, andar, como se veste... Aqui é importante dizer que a primeira impressão é a que fica...

Se quisermos conquistá-la para relacionamento sério, iremos detalhar sobre esse caso. Se nem pensarmos, sendo apenas uma ‘namoréte’ - [‘peguete’- este termo já era], pouco importa como ela está vestida ou ‘desvestida’, o que no último caso até se acham melhor.

Conforme a intensidade do impulso ou que almejam (ambos) obterem, a atratividade física vai estar no topo das preferências. Contudo levamos em conta também a propositura da visão do ‘belo’, “cada ponto de vista é uma visão de um ponto” - e quem ama o 'feio', bonito lhe parece.

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*Separações conjugais - Desquite/Divórcio - Pelo advento da Lei nº. 6.515 de 1977, que o substituiu primeiramente o “desquite” pelo vocábulo “separação”, admitindo, igualmente, a modalidade consensual (amigável) e contenciosa (litigiosa). O art. 24 da chamada Lei do Divórcio estabeleceu o primeiro diploma normativo acerca da matéria, assim dispondo: “O divórcio põe termo ao casamento e aos efeitos civis do matrimônio religioso”.