quinta-feira, 24 de maio de 2018

AFINAL, PARA QUE SERVE A BÍBLIA?
A Bíblia é o livro sagrado, as santas escrituras, o livro santo, a espada de dois gumes, o cânon sagrado, a Palavra de Deus. Mas, afinal, para que serve a Bíblia? A Bíblia apresenta Jesus, o caminho para o céu, mas, afinal, ela serve mesmo para que? No mundo em que nós vivemos, aparentemente, a Bíblia não serve para nada, pois os líderes religiosos, em sua maioria, estão preocupados com outras coisas, coisas passageiras, notícias alvissareiras e tal. Por isto existem tantas igrejas, pois existem muitos interesses e pode-se ganhar um bom dinheiro com igrejas e religiões. Igrejas nascem como pés de milho, às vezes numa pequena rua tem de 10 a 15 igrejas plantadas e germinando e a pergunta volta a insistir: Afinal, para que serve a Bíblia? Jesus mandou pregar o Evangelho, não "pregar igrejas" ou denominações, ou religiões. A Bíblia é a arma do crente, poderosa arma com a qual podemos lutar contra as trevas, disseminando a luz do Evangelho. Mas muitos fazem uso desta mensagem para pregar as suas convicções religiosas, a sua doutrina, nem sempre cristocêntrica. Ao invés de semear a semente de Cristo, Sua Palavra. semeiam contendas e divisões, semeia-se igrejas e religiões  fazendo mau uso da Palavra. E o número de denominações só cresce. Na cidade onde eu moro (de 180 mil habitantes) tem perto de 400 igrejas e todas elas afirmam que usam a Bíblia como base doutrinária. Tem para todos os gostos e bolsos. Têm igrejas que só batizam em nome de Jesus, outras batizam em nome da Trindade (Mateus 28.19), tem igrejas barulhentas, outras sossegadas, calmas e serenas. Têm igrejas que guardam o sábado, outras não guardam dia nenhum, outras dizem que guardam o domingo, têm igrejas que batizam crianças, outras que só batizam adultos, tem igrejas que não creem em Jesus, nem no Espírito Santo, mas só creem em Jeová. Se tem tantas igrejas, algum motivo deve haver, ou dá dinheiro, ou dá algum tipo de poder ou status. Hoje, a moda é dividir igrejas, formar igrejinhas a partir de uma igreja maior. De repente surge um líder, ou alguém que se faz de líder,  e cochicha nos ouvidos de alguns crentes, junta alguns e abre um salão com um nome bem pomposo. Depois, esta mesma igreja se subdivide. Se é para ser crente assim, para que serve a Bíblia? Será que essa gente já leu o Salmo 133? A Bíblia é pisada e rasgada todos os dias por esses líderes que parece ter titica de galinha na cabeça (como se diz lá em Minas). Jesus mandou pregar o evangelho, não mandou dividir e espalhar. Tem igrejas para todos os gostos. Tem igrejas que dizem que são elas é que estão certas, as outras todos estão erradas. Então o céu vai ficar vazio, pois assim só uma igreja vai pra lá. Onde está escrito isto na Bíblia? Afinal, para que serve a Bíblia? Para essa gente, ela não serve para nada, pois a última palavra é sempre do homem. Devido a toda essa mixórdia, hoje as igrejas, com raras exceções, viraram uma piada, principalmente nos meios de comunicação. Fora as igrejas ditas evangélicas, tem as outras religiões espalhadas por aí formando esse universo de pensamentos, filosofias e ideias sem nexo e sem princípios. Quando Jesus voltar, por ventura achará fá na terra? (Lucas 18.8). A fé verdadeira, genuína, já está em extinção. Hoje se crê mais no homem do que em Deus, ou na Sua Palavra. Multidões correm atrás de curas e milagres, outros vão atrás de prosperidade e aí surgem os espertalhões que se enriquecem do dia para a noite. Afinal, para que serve a Bíblia? Em muitas igrejas, ela nem é lida mais, poucos a levam, ela está no celular ou pode ser lida num monitor. Bíblia para que?  Oração para que? Louvor genuíno e verdadeiro para que? Afinal, para que serve a Bíblia? Ela é a Palavra de Deus, a Verdade que liberta, mas nesses tempos modernos ela é apenas um estorvo na vida de muitos e já foi substituída por muitos. "Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos" (Salmo 119.105). Que nunca abandonemos a Palavra de Deus!
BRIGA DE TRANSITO
Duas pessoas bateram os carros e uma delas falou:
-A culpa foi minha, eu pago o conserto.
-Não, a culpa foi minha, eu pago.
-Não, eu estava errado: não dei a seta.
-Eu estava errado, por isto eu pago.
-Eu já disse: eu pago, eu te fechei, eu errei.
-O errado sou eu, eu pago.
-Não se fala mais nisto, eu pago o conserto.
-Que nada! deixa que eu pago tudo.
-Eu pago, faço questão de pagar.
-Vê em quanto fica, manda a conta que eu pago.
-Eu pago, eu pago, eu pago...
-Tudo bem, chega de discussão: eu pago.
-Sem mais discussão: eu pago e não se fala mais nisto.
-Eu já disse que pago... faço questão.
-Tudo bem, se a gente ficar aqui, não vamos chegar a nenhum acordo, então eu aceito: você paga o seu e eu pago o meu.
-Pausa...
-Nada disto: você paga os dois, afinal, você é que estava errado.
Aí recomeçou a discussão e pelo jeito não terminou até agora.


24-05-2018.
DE MANHÃ
De manhã
pode-se ver o brilho
do sol e do dia,
pode-se respirar poesia
em contato com a Natureza.


De manhã
pode-se contar
as gotas de orvalho
que pairam sobre a flor,
irradiando beleza.

De manhã
pode-se correr
pelos campos sem fim
e sentir o vento
a nos tocar com leveza.

De manhã
pode-se amar
o sol, o dia,
pode-se respirar poesia
com seu fulgor e beleza.

De manhã
a vida se faz transparente
como um colar, um presente,
e nos deixa assim mais contentes
e felizes, com certeza.

Cícero Alvernaz (autor), 24-05-2015.

Trovadoras do Guaçu em Taubaté


Eliana Teixeira da Silva e Maria Ignez Pereira, filiadas à UBT e à AGL (União Brasileira de Trovadores e Academia Guaçuana  de Letras), tiveram suas trovas classificadas no Concurso de Trovas de Taubaté/17. E lá estiveram elas, na tarde de 17 de março de 2018, no salão nobre do “Lions Club” taubateano, para a entrega solene dos  “Diplomas” lindamente coloridos.

Além de Domitilla Borges Beltrame (Presidente Nacional) e Luiz Antonio Cardoso (Presidente Estadual e da UBT Seção Taubaté) também estiveram presentes trovadores de Juiz de Fora, Pindamonhangaba, São Paulo e várias outras cidades paulistas.

Eliana ainda é novata em Trovas, mas já provou seu talento poético na primeira participação nestes Concursos, o que não é fácil, porque, entre cerca de 900 trovas, são selecionadas apenas 15  trovas em cada tema. E trouxemos para casa também o libelo do Concurso/2017 com todas as trovas premiadas.

Confira as trovas que “ficaram na peneira” para honrar o NOME de MOGI GUAÇU.

Tema ‘Carisma’ – Eliana
Carisma a gente conquista;
ninguém vai nos emprestar.
Quem nasceu sem, não desista.
Basta sua alma enfeitar .

Tema ‘Carisma’ –  Maria Ignez
Carisma é dádiva, é graça,.
que Deus dá só por amor
Partilhe a graça, de graça,
a quem lhe pede um favor.

Tema ‘Silêncio’ –  Maria Ignez
O silêncio, amigos meus,
é um mistério abençoado.
Você mais fala com Deus
quanto mais fica calado.

Fica o registro. 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

O vaso chinês



Conta uma antiga lenda chinesa que um velho monge, pressentindo a própria morte, decidiu eleger entre os seus discípulos aquele que seria o seu sucessor. Por ser um homem sábio e justo não poderia deixar que a predileção por algum de seus aprendizes influenciasse a sua escolha. Na verdade, embora a palavra final fosse sua, a escolha seria dos próprios monges, por isso, daria a eles uma tarefa difícil e a escolha recairia sobre aquele que conseguisse cumpri-la.

Numa manhã amena, quando soprava uma suave brisa no sopé da montanha onde se localizava o monastério, o velho mestre reuniu os dez aprendizes mais dedicados, os quais treinava havia anos, e lhes comunicou a sua decisão de escolher um sucessor por prever sua breve partida. Os jovens se entreolharam com tristeza, pois, embora soubessem que o mestre tinha idade bastante para partir, não desejavam perder sua companhia e deixar de beber dos seus ensinamentos. Ele os instruía desde a infância e era um verdadeiro pai para eles. 

O mestre pediu que os jovens o acompanhassem até uma sala especial na qual nenhum deles jamais havia entrado e todos se surpreenderam ao notar que a sala secreta, a respeito da qual teciam diversas conjecturas, estava completamente vazia. Logo depois que adentraram o recinto, o velho mestre deu uma orientação a alguns serviçais que estavam perto e eles carregaram para dentro da sala quatro bancos de madeira que foram encostados em cada uma das quatro paredes. 

O sábio fez sinal para que se sentassem e disse que iria lhes apresentar um problema, que o seu sucessor seria aquele que primeiro o resolvesse e que teriam até o pôr-do-sol para fazer isso. Se nenhum deles conseguisse encontrar a solução, seriam mandados de volta para as suas casas e o mosteiro seria fechado. A um sinal do mestre entraram dois homens fortes carregando um imenso, antigo e valioso vaso que foi colocado no centro da sala. Olhando para os jovens apreensivos ele disse apenas: “Resolvam o problema” e saiu  deixando a porta aberta.

Os candidatos à sucessão não tiveram chance de fazer qual quer pergunta e concluíram que o precioso objeto ocultava o problema. Os mais ágeis logo viraram o vaso para procurar alguma pista em seu interior, mas ele estava vazio e não havia nenhuma inscrição dentro dele. Então o viraram para olhar embaixo, mas a porcelana era tão branca e limpa como a do lado de dentro. A superfície externa do vaso era decorada, havia uma grande quantidade de traços delicados formando belíssimos desenhos e neles se fixou a atenção dos jovens durante horas e horas, sem chegarem a nenhum resultado. O dia já ia a cabo, eles estavam cansados, com fome e desanimados. O sol já principiava o seu declínio, tingindo o céu de matizes delicados de rosa, amarelo e vermelho.

Os discípulos cochichavam entre si, viravam e reviravam o vaso, mudavam de posição diversas vezes para vê-lo sob ângulos diferentes até que um deles se levantou de um salto e meteu o pé no vaso quebrando-o em vários pedaços. Os outros, aturdidos com aquela atitude, se lançaram sobre ele gritando e acusando-o de ter-lhes tirado a chance de resolverem o problema e terem um sucessor, mas, antes que o ferissem, ouviram novamente a voz do mestre que, parado à porta, ordenou que se afastassem do rapaz e, aproximando-se dele, olhou-o bem nos olhos, sorriu e disse: “Eis o meu sucessor!”. Os outros protestaram, dizendo que ele destruíra o vaso. O velho sábio sorriu novamente e lhes disse que aquele jovem intrépido, ao destruir o vaso, tinha resolvido o problema porque o vaso era o problema e explicou: “Por mais bonito, precioso e raro que um problema pareça, ele continua sendo um problema e requer uma solução. Enquanto vocês tocaram o vaso com cuidado, o alisaram, o acariciaram, o esquadrinharam tentando encontrar uma resposta mágica, esse discípulo fez a única coisa que poderia ser feita: identificou o problema, encarou-o e o resolveu. Se vocês se apaixonam pelo problema, vão tratá-lo com muito tato, vão ser delicados com ele, vão tentar decifrá-lo e, não conseguindo, vão se curvar diante dele e carregá-lo com vocês. Problemas existem para serem resolvidos.”.

Eu conheço essa história há muitos anos e aprecio o seu ensinamento. Muitas vezes nos apegamos aos problemas, damos a eles mais poder do que eles têm e deixamos que eles dominem a nossa vida, isso quando não acabamos tendo um caso de amor com eles e carregando-os nas costas, mostrando às outras pessoas o quanto somos infelizes, o quanto sofremos e como são pesados, difíceis e insolúveis os problemas que carregamos. Esse é um comportamento nocivo e perigoso. Não devemos fugir dos problemas e nem procurá-los, mas, quando eles se apresentam – e eles sempre se apresentam – não devemos nos apegar a eles e carregá-los. Nossa missão é resolvê-los, mesmo porque carregar um grande, delicado e precioso vaso de porcelana, ainda que ele seja lindo, é uma tarefa difícil demais e que nos afasta de nossa missão de nos melhorarmos sempre e contribuirmos para a construção de um mundo melhor. Para isso estamos aqui.

Isa Oliveira (Membro da Academia Guaçuana de Letras)

quinta-feira, 12 de abril de 2018

SOBREVIVENTE
Sou um sobrevivente
e vou contar por que:
Sou um brasileiro sobrevivente,
porque sobrevivi a quatro governos do PT.
Me roubaram tudo,
me deixaram sem nada,
fiquei sozinho na estrada,
fiquei sozinho na rua
com as costas nuas,
com os meus pés no chão,
sem roupas, sem água, sem pão.
Sou um sobrevivente,
assisti o meu País sendo roubado,
assisti a Petrobras sendo estuprada,
vi nosso dinheiro indo pro exterior
para beneficiar ditaduras
numa negociação impura,
numa ação que se desatina,
muitos políticos mergulhados na propina,
isto eu vi de fato,
mas surgiu a Lava Jato
pequena como criança
que encheu de esperança
os brasileiros de bem.
Olhei e não vi ninguém,
estava sozinho perdido,
fiquei assim encolhido
e tapei o meu ouvido
pra não ouvir o estampido
de uma arma qualquer,
vi criança, homem e mulher
perder emprego e dinheiro,
vi a inflação chegando,
o País se desmoronando,
nosso PIB foi a zero
por causa da roubalheira
vi nossa Nação inteira
por alguns sendo roubada,
fiquei sozinho na estrada
como quem não espera nada,
um simples sobrevivente
e vou contar por que:
Sou um brasileiro sobrevivente,
porque sobrevivi a quatro governos do PT.

Cícero Alvernaz (autor)
10-04-2018.

terça-feira, 27 de março de 2018

Marcos Cunha

Marcos Antonio Gonçalves da Cunha quando criança mais conhecido como Didi ou depois de adulto como Marcos Cunha.

Nascido em Mogi Guaçu filho de Antonio G. Cunha (Tonho Carpinteiro) e Josefa S. S. Cunha (Dona Fina) irmãos Carlinho Cunha, Antonio Carlos (Neno) e Rosangela (Tia Rô).

Criado livre com brincadeiras de rua, próximo a um centro esportivo (CERESC) tinha esportes, piscina e amigos, muitas aventuras na linha do trem da MOGIANA que passava próximo de  minha casa, pé de bocaiúva adorava  os coquinhos...,  pescaria de peneira no córrego três latão hoje Pedalinho (bairro São Camilo), muito medo de passar por baixo do pontilhão do trem que ficava na frente do cemitério do Jardim novo e acabava a aventura no Tancão da  CONSTRUMEC e na volta ia até o pé de  Tamarindo que  ficava  próximo ao Matadouro Municipal em direção a Aguai. Que saudade. 

Depois trabalhei na Fazenda Sete Lagoas na turma do Sr Otavio (Aqui é aonde o  filho chora e a mãe não vê) foi a primeira frase  que eu ouvi “Nossa que horror pensei..”, Trabalhei na padaria Bandeirantes, fabrica de tênis a SAAD , trabalhei 4 anos  com meu pai de carpinteiro (homem forte com valores honestos), em 1994 entrei na Prefeitura Municipal  como porteiro aonde trabalhei 24 anos (19 deles na  escola CAIC). 2002 voltei a estudar só tinha 7º ano, fiz eliminações de matérias, 2004 entrei na escola Pedro Ferreira Alves me formei como TEC em Meio Ambiente (pensei que salvaria o mundo), 2006 fiz TEC em Ciências Ambientais CEGEP, 2007 entrei na Faculdade Municipal Franco Montoro pra  estudar Engenharia Ambiental (que decepção por falta  de $$$$ tranquei minha faculdade  assim que  descobri que não salvaria o mundo), 2009 fiz ENEM como bolsista em Licenciatura Plena em Pedagogia  aonde conheci LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)  me formei  em Pedagogia  e  em LIBRAS,  2013 fui novamente “convidado” a sair da outra escola aonde estava trabalhando, desta vez  fui trabalhar na Secretaria Municipal de Cultura ande tive o convite para fazer um projeto pessoal na Biblioteca Municipal de uma Oficina de Contação de Historias.

O projeto me fez ter uma projeção por vários meios de comunicação (Jornais, TV, Mídias Sociais), eventos de Secretarias Municipais, Escolas (Emef, Emeis, Ceis e EJA), Instituições e varias ONGs, da Cidade e região.

Em fevereiro de 2018 me efetivei na Fundação Educacional Guaçuana FEG como Professor, escrevi e publiquei um livro Infantil “O Segredo da Lancheira” seu lançamento foi dia 10/03/2018 (reconhecimento da Câmara Municipal com voto de Aplauso de trabalhos prestados  como Guaçuano, contador de historias  e pelo o lançamento do Livro), sou pos graduando em Educação infantil e Educação Inclusiva (ênfase em Matemática), estou cursando pelo Pronatec INSTITUTO TECNOLÓGICO BRASILEIRO - ITB, turma Língua Brasileira de Sinais (interprete). 

Casado com Miriam de Oliveira Cunha há 22 anos e tenho uma filha Isabella G. Cunha. Sonho tenho muitos... Certeza não ter mais  o tempo que passou... Morador na mesma casa a mais de 40 anos, quatro gatos Paçoca, Nina, Nazaré e o Agregado (gatão).

Paixões profissionais, Matemática, histórias infantis e Libras

Contação de historias, eventos (019  99271 9128) zap

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