segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

PLACA NA RODOVIA - MOJI MIRIM E MOGI GUAÇU.


Placa  Rodoviária   

MOJI MIRIM SETA ADIANTE - CENTRO [GRAFIA CORRETA]

MOGI GUAÇU - SETA Á ESQUERDA [GRAFIA ETIMOLOGICAMENTE ERRADA] 

É O CUMULATIVO ABSURDO DE JUNTÁ-LAS EM UM SÓ "ATESTADO" - PARA O UNIVERSO DO TRÂNSITO tomar cência, e como é uma placa de advertência todos devem cumprir - mas qual das duas grafias????????  

Foto tirada pelo confrade Cícero Alvernaz (Providenciando imagem)


Mauro Dos Santos Santos Nós da Academia Guaçuana de Letras, por pesquisas, pela etimologia de nosso "segundo ?" idioma - deveria ser o primeiro; Portugal não tem e nunca teve indígena, nós temos desde sempre, e um gramático da nação Tupi-guarani um tal Padre José de Anchieta elaborou uma gramática dessa língua do Brasil. 

Sem delongas - estivemos durante todo o processo e debates na Câmara de Vereadores de Moji Mirim (ou como corretamente é Mojimirim) segundo o Doutor Professor em Filologia e Etimologia da língua portuguesa do Brasil - Dr Flávio Zulianni, resultou em moção aprovada por aquela egrégia Casa de Leis Municipais - de resto em nome da língua nacional indígena brasileira; onde se elimina o NUNCA EXISTENTE "G" DE MO(...)I, pelo simples fato de que nossos ancestrais indígenas (segundo Anchieta, Doutores Filólogos,Etimologistas, Linguistas, Indianistas, Dicionaristas...) não conheciam ou não sabiam proceder a emissão do som "G" - era um som indefinido e logo recaindo no "I" sobejamente conhecido como sendo representativo de ÁGUA - Notem que Anchieta para suprir a indefinição alçou o "J" "j", que tem o som de "i", tanto que os eslavos escrevem NADJA (i) e lemos NÁDIA, SONJA e lemos SONIA (i) . 

O "í "é um "j" modificado. Para encerrar aqui em MOJI GUAÇU, existiu uma razão política (sem detalhes) onde se precisava grafar MOGI e não MOJI. A moção foi feita e a câmara aprovou e o alcaide de plantão sancionou. FALEM COM O DOUTOR FLÁVIO ZULIANNI, VENCEDOR DA TESE MOJIMIRIANA QUANTO A GRAFIA. 

 (É imprescindível uma palestra do Dr Flávio para a AGL.)

Correspondi-me com o Doutor Luiz Antonio Saconni - emérito Professor de Língua Portuguesa e Escritor do Best-Seller "eterno" NÃO ERRE MAIS e 1.000 ERROS DE PORTUGUÊS- Da Atualidade - correspondi-me com ele em Rib. Preto e fui esclarecido, centenas de vezes pelos seus livros citados. 

ISTO NÃO ESGOTA O ASSUNTO. Há ainda: Majé, Bajé, e centenas de outros  nomes tupis-guaranis neste diapasão.

*ISTO COM CERTEZA DEVE ESTAR EM ATA DA -AGL- ; LANÇADA A 


MATÉRIA NO DIA DA DISCUSSÃO E DA IDA DO CAP. MAURO MARTINS 

SANTOS, PROFESSOR AUGUSTO LEGASPE E PROFESSOR JOÃO ROSSI 

EM COMISSÃO A MOJI MIRIM, ONDE PARTICIPARAM DOS DEBATES COM 

O PROFESSOR DOUTOR FLÁVIO ZULLIANI E O FALECIDO PROFESSOR 

DOUTOR SÉRGIO ROMANELO, ESTE ÚLTIMO CONTRÁRIO À GRAFIA DO "j", 
VENCEU A TESE DO DR FLÁVIO ZULIANNI, MAIS ROBUSTECIDA  E COM 

RIQUEZA DE PROVAS ETIMOLÓGICAS  E DEMAIS CIÊNCIAS CORRELATAS.

5 comentários:

  1. Para muita gente, esses detalhes nada influem e para nada servem, mas para os amantes, estudiosos e que primam pela língua-pátria, é de fundamental importância.

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  2. Obrigado amigo confrade Alvernaz pelo seu comentário, sempre objetivo e imprescindível para a AGL e a comunidade. Mas, querido colega, vamos deixar de achar que são DETALHES uma questão contemplada por uma Ciência a Etimologia da língua portuguesa BRASILEIRA. Como disse e repito, Portugal nunca teve indígenas e o Brasil desde sempre. O idioma português que amo (tanto quanto Bilac) é nossa língua por acidente. Nosso idioma de fato seria o Tupi-Guarani. Não é por acaso (e é uma curiosidade que irei atrás) o número de termos, afixos e sufixos, em nosso léxico que tem origem no Tupi-guarani. Falo apaixonado sobre o assunto por ser eu, descendente direto dos Caingangues do Sul do Brasil (RS) e formadores da tribo da região de Sorocaba a que pertence Tatuí minha terra natal, de onde saíram meus avós maternos e minha mãe. Não são portanto detalhes (não afirmação de Alvernaz) mas de alguns tantos. Detalhes podem ser filigranas descartáveis ou coisa tal, mas não etimologia e radicais formativos de uma língua - instrumento de expressão e entendimento. Obrigado meu grande amigo Cícero Alvernaz, que sempre traz novidades importantes.

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    1. Eu disse: "Para muita gente, esses detalhes nada influem e para nada servem..." Com certeza, muitas pessoas, inclusive muitos políticos (autoridades) não estão nem aí para essas coisas que avaliam como de somenos importância. "Mas para os amantes, estudiosos e que primam pela língua-pátria, é de fundamental importância. Com certeza o é!

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  3. Meu forte abraço ao meu amigo Alvernaz que muito admiro. Na paz do Mestre!

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